Feira de Troca do Livro Espírita

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No dia 27 de agosto, o Grupo de Divulgação da Doutrina Espírita (GruDDE) realizará a 13ª edição da Feira de Trocas do Livro Espírita no Parque da Cidade. A Feira ocorrerá das 9h às 12h em estande próximo à Administração do Parque (estacionamento 13).

No estande da feira, cada livro entregue dá direito à troca por outra obra. Os frequentadores poderão encontrar obras de autores de renome no Espiritismo, como Chico Xavier, Carlos Bacelli, Divaldo Franco, entre vários outros.

 

O GruDDE

 

O GruDDE existe há 21 anos e realiza atividades tanto para o público espírita quanto para aqueles não ligados à doutrina. Além das feiras de trocas do livro espírita, são exemplos dessas atividades a realização de seminários, oficinas e cines debates.

 

Serviço

 

Feira de Trocas do Livro Espírita

Domingo, dia 27 de agosto de 2017

Das 9h às 12h

Parque da Cidade, próximo à Administração (estacionamento 13)

Promoção: GruDDE – Grupo de Divulgação da Doutrina Espírita.

 

Contato:

Henrique – 981430126

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Ao longo da vida somos ensinado a nos integrar na sociedade, a fazer parte dela. Aprender o beabá que nos tornará cidadãos de bem. Copy, o pai do Paste, personagens do curta, se esforça em ensinar ao seu filho o caminho correto. “Mas… o que é correto?”
Na ânsia de compormos a sociedade, nos tornamos cada vez mais similares aos que nos cercam. E nesse caminho muitas vezes perdemos “nossa cor”, nossa individualidade. Junto com nossa cor vão-se os sonhos, os desejos e a garra. Nos sentimos pálidos, fracos, vivendo cada dia sem ânimo. Nos perdemos de nós mesmos.
Autoconhecimento é a chave que a espiritualidade amiga vive nos incentivando a usar. E não é a toa. É a chave da nossa alma. Pequenos gestos que nos coloquem em contato conosco mesmos, com nossas cores, podem nos auxiliar nesse caminho de redescoberta. São ilhas de aconchego onde podemos respirar livremente… O abraço daqueles que amamos, o tempo ao lados dos nossos queridos, a música, o livro, a volta no parque, a viagem desejada, o reencontro inesperado.
Afinal, o que aviva as tuas cores e te devolve para si mesmo?
Por June Alves de Arruda
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Recall de sonho (GRUDDE)

Avião

Fonte: Google

Há que diferenciar sonho de delírio. Sonho é desejo de concretizar algo caso haja esforço empenhado, ocorrendo o oposto por impossibilidade diante de algum percalço, outros o substituirão… Já o delírio é crer de tal forma, que a lógica acaba por não participar do raciocínio, provocando graves consequências se o intento não for milagrosamente alcançado.
Exemplo simples: se uma pessoa SONHA em correr uma maratona e com treino e boa alimentação encontra êxito, desejou algo palpável para sua capacidade. Contudo, se ao ver uma corrida como a de São Silvestre resolver entusiasticamente correr no próximo ano, sem a obtenção do condicionamento necessário para tamanho esforço decidir mesmo assim insistir sucumbindo ao DELÍRIO na viabilidade de sua “decisão” terá como resultado sérios danos à saúde podendo até  sofrer risco de morte.
Sonhar faz parte de tentar conquistar o que parece mais difícil de se ter, estimula a coragem. Precisando inserir-se em um panorama favorável de aptidões, talentos, boas oportunidades. Mas sonhar em ser ou ter o que é inadequado para a atual existência incide delírio, cravejando a estrada de mágoas, decepções, frustrações e paralisia.
O sonho deve ser cultivado com o intuito de agregar valores duradouros para a vida, delirar atrasará nosso melhoramento e certamente trará muito sofrimento para quem almejou e se empenhou por nosso sucesso. Quando o sonho agiganta-se e acaba tangenciando a fantasia é hora de revisar a consciência para diagnosticar quando ocorreu tal mutação, porque pode ser emocionante pular do avião mas é fundamental verificar o paraquedas antes!

Por Alexandra Paes

“Sonha e serás livre de espírito… luta e serás livre na vida.” Che Guevara

“Ainda bem que sempre existe outro dia. E outros sonhos. E outros risos. E outras pessoas. E outras coisas.” Clarice Lispector

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Recarregando Baterias

 

A amizade e a solidariedade podem chegar de pessoas e situações que nem imaginávamos, mas precisamos estar abertos para receber. A doutrina espírita esclarece que podemos reencontrar entes queridos em diversas situações. A todo momento poderemos construir uma teia de afetos e bem querer, é nossa disposição com o próximo, seja parente, amigo ou desconhecido que poderá facilitar o nosso viver. Esta vida nos trouxe esta oportunidade, que possamos aproveitá-la.

Por Fernanda Ramos Martins

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É seu (GRUDDE)

“A fraternidade é o sentimento mais positivo, que mais conforta os corações, que mais alimenta os homens nas suas trajetórias.” Conselhos Úteis – Espírito Hilda Pereira Magalhães

Na música “Pop Zen” (composição de Alexandre Leão/Manuca Almeida/Lalado) eles versam sobre aquilo que damos que é realmente nosso. Mais um dar pessoal, único, como um abraço, um beijo, coisas que não podemos colocar um valor monetário. O amor dedicado, o velar por alguém que nos é caro, são maneiras de distribuir um pouco do nós mesmos, fazendo reluzir parte da latente essência divina. O que nos pertence para a eternidade é a perene troca de amparo de espírito para espírito vivenciada em múltiplas circunstâncias, o material como dito na letra da música, se transformará . Recebemos da vida significativas porções de generosidade, no ar que respiramos, no sol que nos aquece o corpo, no intelecto que compila o aprendizado adquirido nos obstáculos inevitáveis e educadores de cada retorno à carne. Para possibilitar a continuidade desse ciclo de  gentileza que é processo inerente na melhoria do ser, sedamos um tanto de nós, no tempo, no sorriso e na paciência,  compartilhando o que nos pertence efetivamente. Fazendo a vida prosseguir seu curso natural de renovação, teremos sem dúvida condições de realizar as tarefas que assumimos em proveito próprio e da coletividade.

Por Alexandra Paes

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La Luna

Ah, a Lua, tão linda e inspiradora. Interagir com a natureza é reabastecer a alma com os presentes criados por Deus. Todos temos talentos para contribuir com a natureza, sejam eles materiais ou abstratos. Permitir que ideias novas arejem os saberes já conhecidos é um ato de humildade. Que a sabedoria das crianças que estão renascendo nos tragam novo ânimo e esperança para que a transição planetária possa transformar a Terra em um planeta melhor.

Por Fernanda Ramos Martins

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Se for verdadeiro, será simples!

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Fonte: Google

“Deve-se doar com a alma livre, simples, apenas por amor, espontaneamente!”
Martinho Lutero

O que segura um casamento é um filho… não, o ciúme é que reaviva as emoções… nada disso, o que faz o casamento dar certo mesmo é achar alguém que concorde com seus pensamentos sem se opor!  Sinceramente não parece válido nenhum dos argumentos acima, afirmativas equivocadas em defesa da permanência ou comunhão entre pares. Casamento é vulgarmente tido como um contrato ou instituição, desta forma se assemelha a uma negociação comercial, onde escrevemos os termos a serem discutidos e se aceitos, por fim sela-se a negociata assinando a papelada. Entendo casamento de maneira antagônica a esta citada anteriormente, a união de dois seres com planos de vida complementares e que adaptam-se aos intempéries derivados de qualquer  compartilhamento é o que traz melhor significação ao termo. Para uma união duradoura é preciso de chão e telhado. Como chão compreende-se base, que vem a ser o amor e a admiração, juntos originam o respeito, essencial em um relacionamento saudável; já o telhado, constituído de várias telhas que serão  as experiências da vida a dois, frágeis inicialmente consolidando-se com o tempo, vem para posteriormente ratificar e assegurar a solidez da afeição sublimada.
Filhos são o resultado desta certeza, tornando tudo mais concreto… ciúme é não encontrar verdade na relação… e nem sempre alguém que concorda sem questionar te entende, podendo apenas estar sem interesse de trocar interpretações ou não ter o intuito de fazer progredir o intercâmbio de opiniões, porque algumas oposições nos tornam mais tolerantes ou estimulam à transformações necessárias. Sucintamente finalizando esta reflexão, tenho por princípio que quando se gosta de alguém profunda e inteiramente, a doação nunca será pela metade!

Por Alexandra Paes

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Qual a sua idade?

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Fonte: Google

“Qual seria a sua idade se você não soubesse quantos anos tem?” (Confúcio)

Existem muitas diferenças entre o mundo material e o espirital, uma das mais marcantes certamente é a idade. Não existe relação entre a idade do corpo e a idade do espírito, seria ilógico se houvesse. Se ao espírito está concedida a eternidade, o corpo raramente passa dos 80 anos (considerando a expectativa de vida atual no Brasil). A idade do corpo é biológica (orgânica), e a idade do espírito é cronológica (temporal).

Nosso corpo, feito de matéria pertencente ao Planeta Terra, nossa casa atual, começa a morrer no momento que nascemos. Nossas células e funções orgânicas estão programadas para esse momento da vida espiritual: a morte do corpo. Como um instrumento que recebemos para trilhar nosso aprendizado na Terra, devemos cuidar desse corpo, aprender com a influência do tempo sobre ele (o corpo) as lições típicas de cada fase da vida e dos desafios próprios que cada corpo que recebemos nos oferece. Mas centrar nossa vida sobre o corpo, e considerar que as limitações do corpo são nossas limitações, seria como considerar a roupa que usamos mais importante que nós mesmos.O corpo tem duração pré-estabelecida, fragilidades e demais limitações próprias da ferramenta que é, além de ser programada, a cada encarnação, conforme a necessidade de aprendizado do espírito.

O espírito por outro lado não é composto de matéria e, portanto, não está sujeito e nenhuma das limitações do corpo. Logo, se o corpo morre, a alma não. Então a morte não é o fim e a idade não é justificativa para a estagnação. Nunca se é jovem demais ou velho demais para evoluir, aprender. Aliás, quantas são as pessoas que não se sentem com a idade biológica que seus corpos atestam? São idosos que se sentem jovens, jovens que se sentem idosos. Uns se sentem anos mais velhos, outros se sentem anos mais novos. É o conflito entre a idade do corpo e a do espírito. Cabe ao espírito compreender essa ligação, corpo e espírito, e utilizar cada desafio para progredir, cada limitação para evoluir.

A Doutrina Espírita, além de nos presentear com o conhecimento sobre a diferença entre a idade cronológica (do espírito) e a biológica (do corpo), também nos informa que o ciclo da vida é diferente do popularmente conhecido: nascer, crescer, se reproduzir e morrer, esse é o ciclo da vida do corpo. Para nós, espíritos imortais, a morte não é o fim, mas uma passagem do plano material para o espiritual. No túmulo de Kardec, que fica no Cemitério do PèreLachaise em Paris, lê-se “Nascer, morrer, renascer ainda e progredir sempre, tal é a lei”. Não há espaço para a estagnação no Espiritismo. Sempre é tempo de progredir, pois tal é a lei.

Por June Alves

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