Não há nada como regressar a um lugar que está igual para descobrir o quanto a gente mudou.

Nelson Mandela
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Quando nasce uma esperança? Será que é quando todas as tentativas fracassam e reformulamos nossa trajetória? Talvez seja quando menos se tenha expectativa e algo modifica o que tão certo parecia?
Ou quem sabe aquilo que tanto se desejou acaba projetado para o futuro e o agora apresenta-se mais claro e promissor em nossas mãos? 
A esperança possivelmente nasce quando a fé é maior que o desânimo, quando o fim se desdobra em vários e melhores recomeços, e as luzes no percurso se transformam em faróis a guiar novos rumos. 
A esperança nasce, morre e renasce tantas vezes quanto se fizer necessário revigorar as expectativas em enxergando mais calmamente as sugestões que nos chegam dos planos espirituais e também deste plano que coabitamos.
Ela nasce dentro de nós, e quando germina, exala a derredor um aroma suave de alegria e confiança. Parte importante deste processo é quando suas sementes são disseminadas florescendo paz e confiança onde antes havia temor e pessimismo. A esperança deve nascer persistentemente e frutificar em belas realizações!

Por Alexandra Paes 

“Semear esperança é um dever de todos que estão procurando a sua verdade. Quando avistar algum agricultor de almas, ajude-o nesse plantio divino.”

Paulo Ursaia
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Um dia de chuva é tão belo como um dia de sol. Ambos existem; ccada um como é.

Fernando Pessoa
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Seriedade para quando preciso for!

Loco do Canal Espírita Amigos da Luz

Seriedade difere de ser sisudo, indo além das significações puramente gramaticais trato da questão de uma maneira mais subjetiva. Prosseguir com os afazeres da vida sisudamente faz pesar o cotidiano com denso humor carrancudo, expressando severidade no olhar e quase nenhuma afabilidade nos gestos e ações, assim repelindo qualquer aproximação mais amigável. Contrapõe-se à pessoa que pincela sua rotina de momentos de seriedade, distribuídas em circunstâncias adequadas e oportunas, onde tal ação presta serviço a si e ao próximo quando compreende que um assunto delicado necessita de reflexão cordata, sem desvios de leviandade ou deboche. 
Há fatos na vida de todos nós que merecem primordial e respeitosa atenção, serena e assertiva que abstem-se de demagogias que saem dos lábios sem ao menos ter passado pelo aval dos bons sentimentos, ratificada pela compaixão presente em nossos seres eternos que sabem recordar bem o valor de um ombro seguro e amigo onde se possa abrandar com seriedade assuntos graves . Sisudez não encontra esse filtro amoroso, perpassa por longos caminhos de incompreensão e egoísmo, sem se colocar na dor alheia.
A seriedade bem utilizada é bálsamo para mentes que se perderam no turbilhão do desespero e do julgamento, dando desta maneira rumo correto as complexidades da vida a qual compartilhamos ensinamentos e aprendizados.

Por Alexandra Paes

Romanos 14: 13 “Portanto não nos julguemos mais uns aos outros; antes o seja o vosso propósito não pôr tropeço ou escândalo ao vosso irmão.” 

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O verdadeiro fruto da árvore do conhecimento é a simplicidade.

Mário Quintana
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Duelos modernos

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Ao ler na codificação sobre duelo, sentimos ser um tema inquietante para a humanidade contemporânea à Kardec, porém nos equivocamos sobre maneira neste tópico, já que a problemática pode até ser menos explícita que no século XIX mas ainda impera infelizmente nos dias atuais. 
Quando nos encontramos feridos, ofendidos em nossa honra, exigimos reparação, seja verbalmente quando integrantes em uma discussão, seja por pensamento quando desejamos o mal para nossos hipotéticos adversários, ou mesmo ao arquitetar pequenas ou grandes vingança, e nesta última reflexão está bem clara a concepção de duelo. No período em que Kardec organizou a codificação os duelos eram aceitos como forma de reparadar a honra, o pretenso ofendido ia até o ofensor e o desafiava para uma espécie de combate, eram definidas as armas, e ao fim da contenda um estaria morto, mas todo o processo era abertamente divulgado. 
Quantos duelos velados temos atualmente!? Onde algumas vezes o ofensor nem se apercebeu de ter cometido a ofensa e sofre represália sem se quer se dar conta de todo o processo que gerou de mágoa. Hoje o duelo não é aceito pela sociedade, como regra civil, todavia inúmeros são os que falecem em um contexto de vingança, de revanchismo imaturo e inconsequente, em brigas de trânsito, no trabalho ou na própria família!
Os espíritos são objetivos a respeito do assunto tratado assim ao responder a Kardec:    

Questão 757 LE – Pode-se considerar o duelo como um caso de legítima defesa?
– Não; é um assassínio e um costume absurdo, digno dos bárbaros. Com uma civilização mais adiantada e mais moral, o homem compreenderá que o duelo é tão ridículo quanto os combates que outrora se consideravam como o juízo de Deus.

Nada justificará a falta de amor com nossos irmãos de jornada, treinemos a caridade, fazendo o exercício da paciência e compreendendo que todos falhamos e um dia também vamos querer o perdão de nossas ofensas, afinal assim disse Jesus:

“Perdoa-nos as nossas dívidas, assim como perdoamos aos nossos devedores… Pois, se perdoardes aos homens as suas ofensas, assim também vosso Pai celeste vos perdoará.”  (Mateus 6: 12 e 14)

Por Alexandra Paes 

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Sem amarras

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L.E. 392. Por que o Espírito encarnado perde a lembrança do seu passado?
— O homem nem pode nem deve saber tudo; Deus assim o quer na sua sabedoria. Sem o véu que lhe encobre certas coisas, o homem ficaria ofuscado como aquele que passa sem transição da obscuridade para a luz. Pelo esquecimento do passado, ele é mais ele mesmo.

É dito comum e acertadamente no meio espírita sobre a valia do esquecimento ao reencarnar. Nos é concedido para facilitar o cumprimento de nossas tarefas terrenas, por exemplo no trato com antigos desafetos para que tornem-se afetos nesta nova tentativa. Trazendo à baila tal definição às experiências desagradáveis contraídas nesta atual existência carnal, será que o esquecimento das faltas também não traria os mesmos ou melhores benefícios dos já supracitados? Concluí que se conseguíssemos esquecer tanto nossos deslizes como os que nos foram cometidos, o caminhar evolutivo seria bem mais ligeiro. 
Evidentemente é necessário esforço, porque esquecer é abdicar de guardar mágoas como recordação. Ao reprisar acontecimentos desagradáveis sem nenhum objetivo educativo intencional, estamos por realimentar tristezas perdidas no tempo. E o que fazer com tantos desgostos, se não apenas nos aprisionarmos cada vez mais no sofrimento! O esquecimento é solução fundamental para alcançar a cura interior, libertando o psiquismo do cárcere da angústia e da vingança. 
No Código Penal brasileiro, em seu art. 93, nos é esclarecido a importância do esquecimento para reinserção à sociedade: “A reabilitação alcança quaisquer penas aplicadas em sentença definitiva, assegurando ao condenado o sigilo dos registros sobre o seu processo e condenação”, para que este não seja perturbado por anteriores aliados ou adversários em seu retorno ao convívio, tendo claro cumprido sua penalização. Se assim é analisado pela nossa lei humana, por qual motivo nos consumimos em penitências ou condenação eternas e renegamos o direito irrefutável do recomeço!? 
Procuremos recuperar nosso equilíbrio deixando para trás o que passou e não pode, ou não deve, ser revisitado. Aprender com os fatos, esquecer e recomeçar, pode ser uma benção também desde já!

Por Alexandra Paes 

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