Feira de Trocas de Livros Espíritas no Parque da Cidade

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No dia 26 de agosto de 2018, o Grupo de Divulgação da Doutrina Espírita (GruDDE) realizará a 15ª edição da Feira de Trocas do Livro Espírita no Parque da Cidade. A Feira ocorrerá das 9h às 12h em um estande próximo à Administração do Parque.
No estande da feira, cada livro entregue dá direito à troca por outra obra. Os frequentadores poderão encontrar obras de autores de renome no Espiritismo, como Chico Xavier, Carlos Bacelli, Divaldo Franco, entre vários outros.

O GruDDE

Fundado em 1996, o GruDDE realiza atividades tanto para o público espírita quanto para aqueles não ligados à doutrina. Além das feiras de trocas do livro espírita, são exemplos dessas atividades a realização de seminários e cines debates.

Serviço
Feira de Trocas do Livro Espírita
Domingo, dia 26 de agosto de 2018

Das 9h às 12h
Parque da Cidade, próximo à Administração
Promoção: GruDDE – Grupo de Divulgação da Doutrina Espírita.

Contato:
Henrique – 98143-0126

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Carta de Eventos do GruDDE 2018

Saiba mais sobre as oficinas que estão sendo oferecidas pelo GruDDE para 2018:
O seu Centro acolhe bem?
Capacitação para voluntários e/ou funcionários da Casa Espírita para a recepção do público em todos os seus serviços (biblioteca, livraria, balcão de atendimento, etc.)
Conviver Melhor
Através de vivências e dinâmicas, fortalecer as relações interpessoais dos grupos espíritas, facilitando o relacionamento e a comunicação na rotina das atividades desenvolvidas em equipes.
Produção Cultural
Assessoria às Casas Espíritas na criação e planejamento de eventos culturais, como Cine Debates, Feira de Trocas de Livros Espíritas, etc. Informações e conceitos importantes para o sucesso de seus projetos.
Dimensões da Sexualidade
Oficina direcionada a pais, jovens e evangelizadores do Centro, proporcionando reflexão e diálogo sobre a sexualidade à luz da Doutrina Espírita.
Clique aqui para preencher o formulário de solicitação de oficina.
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Créditos: Wallpaper.Wiki

Para que serve a Arte? Para nos dar a breve mas fulgurante ilusão da camélia, abrindo no tempo uma brecha emocional que parece irredutível à lógica animal. Como nasce a Arte? Nasce da capacidade que tem o espírito de esculpir o campo sensorial. Que faz a Arte por nós? Ela dá forma e torna visíveis nossas emoções, e, ao fazê-lo, apôe o selo de eternidade presente em todas as obras que, por uma forma particular, sabem encarnar a universalidade dos afetos humanos.

A Elegância do Ouriço Muriel Barbery.

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Beleza Diária

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Créditos Foto: Martina Yach/ CC BY-NC-ND 2.0

Livro dos Espíritos (Parte 2) – Questão 252

“Tão diferentes são as belezas naturais dos mundos, que longe estamos de as conhecer. Sim, os Espíritos são sensíveis a essas belezas, de acordo com as aptidões que tenham para as apreciar e compreender.”

Quando nos atropelos da vida passamos dia a dia imersos no denso nevoeiro das preocupações cotidianas não alcançamos os detalhes das situações que nos cercam.
Uma criança entusiasticamente mostra diversas vezes seu encantamento ao ver um pássaro pousar em sua janela. Alguém enfermo no hospital anseia por alguns breves minutos de vislumbre solar e alívio de suas dores. Cegos em nossos tormentos em diversas áreas, justificáveis muita das vezes, deixamos passar a beleza de um pequeno (grande) fato. São cenas carregadas de encantamento, que ao fotografarmos mentalmente poderemos recorrer em momento oportuno como pílulas de felicidade!
Basta olharmos mais atentamente aos instantes de beleza breve porém rejuvenescedores que antes não enxergávamos, mas que para nós serão novidade reluzente à alma ressequida por ter se acostumado a analisar a parte embaçada da existência terrena.
Não é fácil guardar tudo nesta espécie de álbum dos belos momentos, há que se treinar o olhar espiritual. Em prática de tempos não muito distantes, deixe a memória REVELAR as várias matizes que o amor celeste nos presenteia com sua generosidade infinita, guarde-as neste álbum e folhei-o quando tiver esquecido de quão bom é ver com olhar gentil e carinhoso o que nunca deixou de estar lá!

Por Alexandra Paes

 ”… Volte seu rosto sempre em direção ao sol e então as sombras ficarão para trás…” Provérbio Chinês
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A Granja do Silêncio

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“O Espiritismo (…) é um sistema filosófico bem definido: o homem, seu passado, sua razão de ser, seu futuro, tal são os principais assuntos de que trata a filosofia espírita”

Gilles Bodin

Titulo: A Granja do Silêncio
Autor: Paul Bodier (com base nas anotações de Gilles Bodin)
Editora: FEB
Páginas: 168
Edição: Relançamento da 1ª edição
Perfil no Skoob: https://www.skoob.com.br/a-granja-do-silencio-662727ed664966.html

Sinopse:

Nessa narrativa, Paul Bodier conta a história do médico Gilles Bodin, apresentando a comprovação da existência da vida após a morte, da reencarnação e das provas e expiações por que devemos passar um dia. Na história, o Dr. Gilles resolve, por aventura, entrar numa velha mansão abandonada, chamada por todos os habitantes daquele pequeno vale de Granja do Silêncio. Ali o Sr. Bodin está prestes a encontrar um Espírito das mais antigas famílias nobres da Turíngia, que lhe contaria a história do crime do qual resultou sua morte. O Espírito ainda faria a previsão de sua própria reencarnação, possibilitando ao médico algo único: conhecer um Espírito antigo e conviver com sua reencarnação, sabendo de ambas as existências!

Que provações esse Espírito ainda vivenciaria? Que fim levariam os responsáveis por sua morte? Que experiências todos ainda viveriam?

Um romance histórico e arrebatador sobre vida, morte, hipnose, transfiguração e fenômenos espíritas!

Minha Opinião:

Recebi esse livro em setembro de 2017 através do Clube do Livro da Federação Espírita Brasileira (FEB), um clube muito interessante para aqueles que, como eu, desejam ter a oportunidade de receber em casa uma obra espírita todo mês, garantindo assim, a leitura de pelo menos um livro espírita regularmente.

A primeira coisa que chama atenção na obra é seu aspecto científico. Trata-se de documentos póstumos do médico Gilles Bodin, cujo conteúdo analisam a reencarnação. Sob o ponto de vista de espectador de obra da vida, o médico tem a oportunidade de acompanhar e relatar um caso de reencarnação. Desde o conhecimento da história desenrolada anos antes de seu nascimento, até a reencarnação de espíritos comprometidos, e o desenrolar das consequências dos atos envolvidas na encarnação anterior destes, o médico documenta cada momento importante no desenrolar dessa história conflituosa. É uma obra definitivamente interessante para estudiosos espíritas e valoriza o aspecto filosófico e científico da doutrina espírita, ambos poucos explorados no Brasil.

Não vou mentir, a leitura dessa obra não é fácil. Para quem já leu livros de André Luiz (Psicografados por Chico Xavier), esta obra transita no mesmo vocabulário que remete à época em que foi escrita. Um dicionário vai ajudar muito a compreender melhor determinadas passagens. Mas isso não torna a leitura difícil, pois embora o vocabulário seja antigo, a forma com que foi escrita torna a leitura rápida, ligeira até. Mas é bom ter em mente que o processo reencarnatório é pano de fundo para pesquisa realizada pelo autor, portanto ao contrário de romances (embora o livro tenha sido classificado como romance), onde os acontecimentos se destacam, nesta obra são as reflexões causadas pela observação da reencarnação é que são o destaque do livro. O pensamento filosófico e científico são o foco, portanto, boa parte da obra são reflexões e análises do médico Gilles Bodin.

Finalmente, destaco o apêndice da obra: escrito por Paul Bodier, trata-se de um ensaio científico muito bem construído, que explica os fenômenos citados no livro a partir de notas de Gilles Bodin e articulado a diversos autores espíritas da época como Léon Denis e Henri Brum. Pessoalmente, guardei várias anotações desse livro que entrou na minha estante de livros de estudo e pesquisa.

Por June Alves de Arruda

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Violetas na Janela

VNJ
Título: Violetas na Janela
Psicografia: Vera Lúcia Marinzeck de Carvalho
Ditado por Patrícia
Editora: Petit
Páginas: 224
Sinopse:
Patrícia desencarnou aos dezenove anos. No mundo dos espíritos, recorda que despertou tranquilamente no plano espiritual, sentindo-se entre amigos. Feliz com a acolhida, adaptou-se à nova vida auxiliada por espíritos benfeitores que a receberam na Colônia São Sebastião.
Em Violetas na janela, Patrícia explica o que é a desencarnação. Descreve as belezas do plano espiritual, onde não faltam trabalho, estudo e diversão. No início, estava cheia de dúvidas… Do que se alimentaria? O que vestiria? Sentiria as mesmas necessidades? Enfrentaria o calor, o frio? Aos poucos, tudo se esclareceu ao conviver com outros jovens desencarnados.
Conheça o outro lado da vida: entenda como devemos proceder diante da morte de um ente querido – o que fazer para superar a separação e confortar aquele que partiu. Patrícia exemplifica a lição, relembrando a inesquecível ajuda que recebeu de familiares espíritas.

Minha opinião

Esse é definitivamente um clássico da literatura espírita. Ao lado de Nosso Lar, não é incomum que essa obra seja a porta de entrada ao conhecimento espírita. Violetas na Janela, conta a história de Patrícia e seu relato desde o momento em que ela acordou no momento espiritual, sua readaptação ao novo ambiente, a descoberta da colônia espiritual em que iria viver a partir dali, o aprendizado constante, e uma diversidade de lições que são introduzidas de forma leve, sem aprofundar, mas nos deixando curiosos para entender melhor o universo espiritual.

A leveza do livro está em todos os detalhes, na escrita fluída, na leitura rápida, no linguajar simples que torna a obra acessível a não espiritas e novos espíritas. Na minha experiência, percebo que jovens também costumam gostar da obra por essa leveza. Revisitar esse livro após alguns anos de aprendizado é gratificante pois o olhar mais maduro, de quem já estudou um pouco da Doutrina Espírita valida as lições apresentadas no livro e nos permite identificar lições sutis que só se revelam a esse olhar experiente, que nos leva a refletir quantas lições ainda não percebemos simplesmente por não termos “maturidade” para determinados assuntos. Lições que já estão lá, descritas e explicadas, mas que não conseguimos apreender.

É uma literatura muito gostosa, rápida, que deixa um gosto de quero mais, um desejo de aprender mais, justamente o que uma obra introdutória deve ser. Recomendo como presente para amigos em que identificamos simpatia com o espiritismo, pessoas que precisem de consolo para momentos de perda de entes queridos, jovens espíritas e em idade que estejam iniciando sua jornada, e a todos que gostem da literatura espírita.

Por June Alves de Arruda

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Trabalhador da vinha terrena

trabalhadores

Os Operários, 1933, Tarsila do Amaral.

Guilherme e Jonas tiveram as mesmas oportunidades e infortúnios na vida, ambos criados pelos pais modestamente, entretanto sem nunca lhes faltar o essencial para que fossem homens dignos e honesto. Um fato mudou suas histórias em definitivo, o pai deles faleceu de doença inesperada e fulminante. Jonas, não deixava de sentir falta do pai, mas tratou de cuidar das tarefas que ele não pode concluir, sentia-se grato pela chance de retribuir o carinho ofertado até então, e por também tornar menos penosa a perda da mãe. Guilherme porém, inconformado com a inesperada partida, iniciou culpando Deus por não ter solucionado a enfermidade do pai, logo a diante culpou a mãe por não ter dado atenção suficiente para a saúde paterna e por fim concluiu que a vida sempre lhe fora cruel e mesquinha, que nunca possuíra tudo que desejava, portanto não valia a pena seguir tentando. Enveredou-se pelos vícios, procurou prazeres instantâneos e efêmeros que o consumiram em pouco tempo. Jonas a seu turno, seguiu em frente tendo fé e esperança. Teve outros dissabores, claro, mas sempre se reergueu com otimismo para um futuro ditoso!
Os dois eram trabalhadores da última hora, como Jesus bem nos ilustrou, contudo na primeira dificuldade um deles resolveu não mais continuar no trabalho, se aborreceu com o esforço do labor, com o Senhor da vinha, com os companheiros de luta, enfim, deu suas pessoais justificativas para não prosseguir com o que havia acertado anteriormente. O outro porém, até afligiu-se com a queda mas não se manteve prostrado no inconformismo, ergueu-se em auxílio ao próximo e a si mesmo!
No capítulo XX item 2 do ESE nos é colocado a seguinte reflexão: “Bastar-lhe-á dizer à última hora: Senhor, empreguei mal o meu tempo; toma-me até ao fim do dia, para que eu execute um pouco, embora bem pouco, da minha tarefa, e dá-me o salário do trabalhador de boa vontade? Não, não; o Senhor lhe dirá: “Não tenho presentemente trabalho para te dar; malbarataste o teu tempo; esqueceste o que havias aprendido; já não sabes trabalhar na minha vinha. Recomeça, portanto, a aprender e, quando te achares mais bem disposto, vem ter comigo e eu te franquearei o meu vasto campo, onde poderás trabalhar a qualquer hora do dia”. O Espírito Constantino nos elucida que a compaixão divina nos dará sempre meios para galgar novas escalas evolutivas, mas cabe a nós o esforço da persistência diante das circunstâncias inesperadas da vida. Todos nós teremos nosso pagamento, por igual porque Deus não faz distinção entre seus filhos, mas para poder receber é necessário trabalhar com empenho e retidão, sem titubear diante das pedras, que em algumas ocasiões, estarão pelo caminho!

Por Alexandra Paes
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[05/06/2018] Oficina Viva a vida!

Dia 05/06/2018 o GruDDE esteve no Centro Espírita Paulo de Tarso para a Oficina Viva a vida! Uma reflexão com evangelizadores do Centro sobre o suicídio. Clique nas fotos para ver elas maiores.

Fotos: Rinaldo Morelli.

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