O Amor não tem rótulos

Esse vídeo sempre me traz uma ou duas lágrimas ao olhos. Às vezes mais de duas… E ele sempre me lembra o Cap. 18 do livro Nosso Lar: “Amor, Alimento das Almas” em que aprendemos que, se o corpo precisa de alimentos para sobreviver, a alma também precisa ser alimentada. A diferença fica por conta do alimento que se necessita.

O corpo precisa dos nutrientes do pão, dos vegetais, das frutas e legumes. A alma precisa de amor. E estamos famintos de amor.

Famintos por que nos ensinaram que amor restringe-se aos relacionamentos amorosos, como uma espécie de amor “superior” aos demais. Mas como mostra o vídeo, e nos explica o livro: amor não tem rótulos.

O amor é vivenciado por nós, almas em processo de evolução, a partir de facetas às quais damos nomes diferentes: maternal/paternal, familiar, filial, fraternal, etc. No final, é o mesmo amor, vivido de formas diferentes, mas nos alimentando a alma com a mesma eficiência.

Estamos famintos de amor pois estamos buscando o amor no outro, sem percebermos que somos nós mesmos produtores naturais desse alimento da alma. Amar o próximo é fortalecer não apenas ao outro, mas a si mesmo, com esse sentimento. É inundar-se antes e molhar o outro depois.

Estamos famintos de amor pois estamos vivendo um momento na Terra em que ser aquele que mais ama tornou-se negativo. Nos esquecemos que amor não se mede, nem se compara, que não é uma competição. Podemos, e devemos, amar livremente, sem amarras. O sentimento é divino, e não tem contraindicação.

Veja bem, o amor é o principal mandamento: “Amar a Deus acima de todas as coisas, e ao próximo como a si mesmo”. Não é à toa. Amar por amar, sem condicionar o sentimento a nada, ao contrário do que se pensa, é libertador. É de graça. É bonito. É saudável. Faz muito bem.

Então, como se diz por aí, ao menor sinal de amor, retribua!

June Alves de Arruda

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Uma resposta para O Amor não tem rótulos

  1. Belas reflexões. Necessárias em tempos de intolerância.

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