O GruDDE está fazendo 20 anos.

Fotos: Arquivo GruDDE

Pensamos em contar um pouco de nossa história para vocês…

Nascemos de um susto. Isso mesmo!  Vocês não estão enganados ao ler isto.  Foi assim:

Ao terminarmos um projeto inovador de um curso de monitores em Brasília, em 1994, formamos em nossa Casa Espírita uma Diretoria de Recursos Pedagógicos, suporte didático para evangelizadores e divulgadores. Porém, a ideia não foi bem aceita pelos dirigentes e, sem nenhum aviso prévio, a Diretoria foi extinta do organograma do Centro. Como assim?!?

Então, após um desfecho de surpresa e mágoa, no início de 1996, este grupo de trabalhadores e amigos não sabia muito o que fazer com todos seus sonhos e planos.  E agora?!?

Só de uma coisa não tínhamos dúvida: queríamos continuar trabalhando juntos, em prol de uma melhor divulgação da Doutrina Espírita.

Com encontros, reuniões, treinamentos, risos e choros, e ainda muita fé em nossos ideais, fundamos o Grupo de Divulgação da Doutrina Espírita – GruDDE, que tinha como base a amizade entre seus membros.

Mesmo aqueles que hoje não fazem parte integrante do grupo continuam “grudados” pela afetividade. O grupo passou a ser uma instituição em que seus membros são amigos e companheiros também fora do espaço de trabalho.

Por um momento, aquele susto que levamos de sermos mal entendidos na casa em que trabalhávamos, tornou-se um presente em nossas vidas. Passamos a entender melhor o Movimento Espírita de nossa cidade e entorno. Saímos de nossa zona de conforto. Fomos desafiados e superamos nosso apego a uma única Casa Espírita e trabalhamos, hoje, para quem solicitar nossas atividades.

O GruDDE não é um Centro Espírita.

Aliás, um de nossos objetivos mais difíceis e também mais almejados é divulgar o Espiritismo fora dos espaços espíritas. Por isso, realizamos eventos em parques, teatros, auditórios e até mesmo na rua.

Agora, 20 anos depois, não existe nem sombra daquela história triste de nosso nascimento. Mágoa? Não. Gratidão! Acima de tudo à Espiritualidade que sempre acreditou em nós. Aliás, mais do que nós mesmos.

Por: Patrícia Braga

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