Casa Dom Inácio – Abadiânia – João Deus – entrevista dada aos altas Horas em 11/09/2016

No início de abril estive na Casa Dom Inácio em Abadiânia pela segunda vez. Foi uma experiência de gratidão pela abundância da misericórdia divina e a disponibilidade do médium João de Deus e todos que atuam na casa na caridade pelo próximo. É um exercício de paciência e humildade, pois há centenas de pessoas para serem atendidas, de todo Brasil e de diferentes países: Grã-Bretanha, França, Bélgica, Islândia e Alemanha, entre outros, é explicado que desde a fila as pessoas já são preparadas para o tratamento. A casa possui um número enorme de voluntários e o atendimento é fraterno e organizado. Todos são tratados de forma igualitária, recebem orientação sobre o funcionamento da casa, o atendimento do médium e são tratados físico-espiritualmente. Mesmo que não estejamos doentes saímos renovados e fortalecidos na fé. Mais Informações no Blog da casa: http://joaodedeus.com.br/plus.

Por Fernanda

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Sobre o tempo…

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Vai que dá!

Tentar

Fonte: Google.

Hoje estou triste, e me permito ficar desse jeito  sim! Choro porque as coisas não foram como eu esperava, mesmo sabendo que o que queria poderia não ser tão bom assim, mas a vontade quando não satisfeita costuma melindrar coração teimoso e mente omissa. Desejar em demasia tem desses problemas, comumente  com coisas fora da realidade e felicidade possíveis. E quando acreditamos no inviável e embarcamos em uma história que só existe dentro de nós? É triste quando contatamos que o verdadeiro significado dos acontecimentos podem ter inúmeras explicações,  ou nenhuma caso não haja interesse, até porque as vezes ele era, no fundo, assunto somente para nós mesmos.
Com frequência sinto-me tão ET que sonho na possibilidade de minha nave vir me buscar a qualquer momento. E um dia ela virá mesmo… e será que me sentirei em casa!? Penso que não por não conseguir definir desde já o que entendo por pertencimento.
Dor é super particular, algo que ocorre diferente em cada um, por mais que detalhemos a outrem o que nos acomete, o pulsar latejante pungente está presente apenas em nosso peito. Eu sei, isso é duro, injusto em nossa concepção momentânea e equivocada muitas vezes.. mas tem uma parte mágica na existência na Terra, a impermanência, onde tudo muda, tudo passa! As lágrimas molham o rosto que estará bem hidratado para os sorrisos que virão…e virão, acredite! Eu acredito, mesmo agora cheia de angústia e dilemas, acredito que tudo se renova e que alguém sempre está torcendo pela nossa felicidade, encarnados e desencarnados, contentes com nosso crescimento e conquistas, à base de algumas renúncias e reformulações, mas sem esmurecer nem desistir! Também sempre  contamos com o imensurável carinho e compaixão do Pai, que não se cansa de depositar fé em nós! Então permitemo-nos chorar quando necessário for exteriorizar, mas nunca deixem-se afogar na tristeza. Afinal, sempre podemos escolher novos rumos e escrever novas (e melhores) histórias! Força e segue!

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Tocando Em Frente  (Almir Sater)           

Ando devagar
Porque já tive pressa
E levo esse sorriso
Porque já chorei demais

Hoje me sinto mais forte
Mais feliz, quem sabe
Só levo a certeza
De que muito pouco sei
Ou nada sei

Conhecer as manhas
E as manhãs
O sabor das massas
E das maçãs

É preciso amor
Pra poder pulsar
É preciso paz pra poder sorrir
É preciso a chuva para florir

Penso que cumprir a vida
Seja simplesmente
Compreender a marcha
E ir tocando em frente

Como um velho boiadeiro
Levando a boiada
Eu vou tocando os dias
Pela longa estrada, eu vou
Estrada eu sou

Conhecer as manhas
E as manhãs
O sabor das massas
E das maçãs

É preciso amor
Pra poder pulsar
É preciso paz pra poder sorrir
É preciso a chuva para florir

Todo mundo ama um dia
Todo mundo chora
Um dia a gente chega
E no outro vai embora

Cada um de nós compõe a sua história
Cada ser em si
Carrega o dom de ser capaz
E ser feliz

Conhecer as manhas
E as manhãs
O sabor das massas
E das maçãs

É preciso amor
Pra poder pulsar
É preciso paz pra poder sorrir
É preciso a chuva para florir

Ando devagar
Porque já tive pressa
E levo esse sorriso
Porque já chorei demais

Cada um de nós compõe a sua história
Cada ser em si
Carrega o dom de ser capaz
E ser feliz

Essa música foi citada por Simão Pedro, em sua oratória no IV Congresso Espírita do DF, realizado em abril de 2018.

Ao discorrer sobre as Bens Aventuranças, na escala das virtudes, que começa pela Humildade, ele nos diz que : “Nós somos mestre e alunos”.

Nós aprendemos e ensinamos, como na música Tocando em frente, de Almir Sater, “Estrada eu sou – ensino”; “Estrada eu vou – aprendo”, assim termos a Humildade de perceber essa condição.

Por Maria Aparecida Campos Fernandes

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Não se molde

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Fonte: Medium

Embarcamos nesta jornada terrena inundados por emoções já tão familiares porém encobertas por um véu, o do esquecimento quando da reencarnação. Temos assim a oportunidade de dar uma nova direção a tudo, esforçando para não incorrer em replicar velhas tendências. Somente revivendo antigas quedas poderemos compreender melhor as dores que causamos a outrem ou a nós mesmos retardando nosso progresso evolutivo.
Mas quando aqui estamos como é sofrível encarar as dívidas do passado, imprescindível é encontrar no silêncio interior o gabarito para solucionar as tramas que novamente nos anuímos, escutando as diretrizes que foram passadas antes de voltarmos à carne.
Pensando no tema, ao constatar o que me é verdadeiro percebo particularidades em alguns pontos, entendo que isto pode gerar estranhamento no meio em que estou inserida, mas se esta verdade encontra alento em meu coração e lógica em meus princípios e razão, não retroajo na ideia formada, por ser decisão acertada, gravada intimamente, por mais que fuja da concepção geral. Respeitar o espaço, a opinião, as atitudes do outro não torna forçoso que concorde ampla e irrestritamente e, ao discordar, não cabe como regra o debate ou rebater acaloradamente, sendo neste aspecto, a palmatória do mundo. Compreendo que ao deixar todas as formas de proceder que não ofendam a universalidade do bem poderem conviver em paz e harmonia, a verdadeira igualdade e fraternidade será realidade perene. Ser firme é adaptar-se sem ceifar suas convicções.

Quando nos respeitamos, somos livres para sentir, agir, ir, dizer, pensar e saber o que autodeterminamos, confiantes em que, se estivermos prontos, no tempo exato o Poder Superior o do Universo nos dará todo o suprimento, todo o apoio e toda a orientação para cumprirmos o sublime plano que Ele nos reservou.
Somente optando pelo auto-respeito é que conseguiremos o respeito alheio.
Encontraremos nos outros a mesma dignidade que damos a nós mesmos.

OS PRAZERES DA ALMA
Francisco do Espírito Santo Neto
Ditado por HAMMED
Cap. 07 Respeito

Por Alexandra Paes

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Jóias do cotidiano

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Fonte: Google.

Quando a filha completou 15 anos, Laura resolveu presentea-lá com uma jóia de família, contou a ela como e quando foi adquirida e principalmente sua significação afetiva passada de geração em geração. Taty achou o assunto um tanto intediante, gostou do presente mas não compreendeu os sentimentos nele agregados. Costumava usar sem preocupação, até que certo dia se deu conta que a tinha perdido, ainda sem avaliar a importância do ocorrido, preocupou-se com a reação da mãe e fez de tudo para disfarçar a perda, dizendo que em um momento mais apropriado voltaria a usá-la.
Os anos seguiram e o assunto da jóia ficara esquecido no passado, Taty agora com 35, estava na noite de seu casamento. Ao olhar-se vestida de noiva recordou da perda de outrora e do quanto gostaria de tê-la neste instante, lembrou de fragmentos da história que a mãe havia contado, e se arrependeu de não ter mensurado à época a importância do gesto materno. Vendo a filha pronta, Laura emocionada ofereceu-lhe um presente para que recordasse este momento tão  significativo. Qual foi espanto ao ver que tinha em mãos a jóia de família que havia descuidado na  juventude. Sem conter as lágrimas, perguntou como poderia ser possível!? Laura esclareceu que lhe dera uma réplica para ver como cuidaria, ao perceber a perda constatou que Taty ainda não estava preparada para tal responsabilidade, e aguardou quando verdadeiramente pudesse entender o valor sentimental presente naquela jóia.
Semelhantemente Deus nos presenteia no decorrer da vida e como adolescentes distraídos e imaturos perdemos chances importantes em nossa existência, sem compreender a afeição contida nestes processos. Porém, paciente e amoroso, Deus aguarda dez, trinta anos ou mesmo outras encarnações para colocar as mesmas oportunidades em nossas mãos…
E agora, estamos suficientemente prontos para valorizar nossa jóia de família?

 

Por Alexandra Paes

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Sobre amor e relacionamento…

A pergunta 298 do livro dos espíritos, cap. VI, entitulado vida Espírita afirma que não existe uma outra metade para me completar! Sou inteira! E quanto mais evoluída mais saberei amar.

Vai por água abaixo a teoria de que eu seria metade de uma laranja e teria que achar uma metade perdida por aí! Ainda bem! Por estas e outras o Espiritismo me fascina.

Não preciso de alguém para ser feliz! Mas posso fazer alguém feliz e com isso me sentir completa. É muito bom também saber que não preciso ter um namorado, noivo ou marido, até mesmo uma namorada, para dedicar minha potência de amar. Posso distribuir meu sentimento amoroso com todo aquele que fizer parte de minha existência.

Amar sem pensar em posse, em egoísmo, em ciúme e exclusividade. Amar pelo enorme prazer que isso pode me dar. Amar tanto que liberto o outro de qualquer compromisso de se comprometer em um relacionamento de obrigações. Os relacionamentos passam a ser aceitação de quem é o outro verdadeiramente. com sua luz e sua sombra ainda a ser iluminada.

Por isso, precisamos produzir, criar, enriquecer nosso mundo interior para encantar a quem encontrarmos nesta e em todas as vidas que vivemos.

No livro, Criando União, encontrei uma aifrmação que muito me marcou: “Os relacionamentos satisfatórios refletem o grau de união interior de uma pessoa.”

Então, se nós não conseguimos nos juntar aos outros, existe desunião dentro de nóa…

Não é vergonha desejar ser amado.

Amado, não aprovado ou idolatrado. amados pelo que somos e pelo que ainda seremos quando vencermos nossas falhas. É fundamental que tenhamos tolerância e respeito ao grau de desenvolvimento de cada espírito que encontramos.

Ao exigir sempre do outro sem partilhar nossos bons sentimentos, é não assumir nossa responsabilidade no sucesso dos relacionamentos, é adiar nosso encontro com a felicidade.

Por Patrícia Braga

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