É seu (GRUDDE)

“A fraternidade é o sentimento mais positivo, que mais conforta os corações, que mais alimenta os homens nas suas trajetórias.” Conselhos Úteis – Espírito Hilda Pereira Magalhães

Na música “Pop Zen” (composição de Alexandre Leão/Manuca Almeida/Lalado) eles versam sobre aquilo que damos que é realmente nosso. Mais um dar pessoal, único, como um abraço, um beijo, coisas que não podemos colocar um valor monetário. O amor dedicado, o velar por alguém que nos é caro, são maneiras de distribuir um pouco do nós mesmos, fazendo reluzir parte da latente essência divina. O que nos pertence para a eternidade é a perene troca de amparo de espírito para espírito vivenciada em múltiplas circunstâncias, o material como dito na letra da música, se transformará . Recebemos da vida significativas porções de generosidade, no ar que respiramos, no sol que nos aquece o corpo, no intelecto que compila o aprendizado adquirido nos obstáculos inevitáveis e educadores de cada retorno à carne. Para possibilitar a continuidade desse ciclo de  gentileza que é processo inerente na melhoria do ser, sedamos um tanto de nós, no tempo, no sorriso e na paciência,  compartilhando o que nos pertence efetivamente. Fazendo a vida prosseguir seu curso natural de renovação, teremos sem dúvida condições de realizar as tarefas que assumimos em proveito próprio e da coletividade.

Por Alexandra Paes

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La Luna

Ah, a Lua, tão linda e inspiradora. Interagir com a natureza é reabastecer a alma com os presentes criados por Deus. Todos temos talentos para contribuir com a natureza, sejam eles materiais ou abstratos. Permitir que ideias novas arejem os saberes já conhecidos é um ato de humildade. Que a sabedoria das crianças que estão renascendo nos tragam novo ânimo e esperança para que a transição planetária possa transformar a Terra em um planeta melhor.

Por Fernanda Ramos Martins

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Se for verdadeiro, será simples!

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Fonte: Google

“Deve-se doar com a alma livre, simples, apenas por amor, espontaneamente!”
Martinho Lutero

O que segura um casamento é um filho… não, o ciúme é que reaviva as emoções… nada disso, o que faz o casamento dar certo mesmo é achar alguém que concorde com seus pensamentos sem se opor!  Sinceramente não parece válido nenhum dos argumentos acima, afirmativas equivocadas em defesa da permanência ou comunhão entre pares. Casamento é vulgarmente tido como um contrato ou instituição, desta forma se assemelha a uma negociação comercial, onde escrevemos os termos a serem discutidos e se aceitos, por fim sela-se a negociata assinando a papelada. Entendo casamento de maneira antagônica a esta citada anteriormente, a união de dois seres com planos de vida complementares e que adaptam-se aos intempéries derivados de qualquer  compartilhamento é o que traz melhor significação ao termo. Para uma união duradoura é preciso de chão e telhado. Como chão compreende-se base, que vem a ser o amor e a admiração, juntos originam o respeito, essencial em um relacionamento saudável; já o telhado, constituído de várias telhas que serão  as experiências da vida a dois, frágeis inicialmente consolidando-se com o tempo, vem para posteriormente ratificar e assegurar a solidez da afeição sublimada.
Filhos são o resultado desta certeza, tornando tudo mais concreto… ciúme é não encontrar verdade na relação… e nem sempre alguém que concorda sem questionar te entende, podendo apenas estar sem interesse de trocar interpretações ou não ter o intuito de fazer progredir o intercâmbio de opiniões, porque algumas oposições nos tornam mais tolerantes ou estimulam à transformações necessárias. Sucintamente finalizando esta reflexão, tenho por princípio que quando se gosta de alguém profunda e inteiramente, a doação nunca será pela metade!

Por Alexandra Paes

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Qual a sua idade?

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“Qual seria a sua idade se você não soubesse quantos anos tem?” (Confúcio)

Existem muitas diferenças entre o mundo material e o espirital, uma das mais marcantes certamente é a idade. Não existe relação entre a idade do corpo e a idade do espírito, seria ilógico se houvesse. Se ao espírito está concedida a eternidade, o corpo raramente passa dos 80 anos (considerando a expectativa de vida atual no Brasil). A idade do corpo é biológica (orgânica), e a idade do espírito é cronológica (temporal).

Nosso corpo, feito de matéria pertencente ao Planeta Terra, nossa casa atual, começa a morrer no momento que nascemos. Nossas células e funções orgânicas estão programadas para esse momento da vida espiritual: a morte do corpo. Como um instrumento que recebemos para trilhar nosso aprendizado na Terra, devemos cuidar desse corpo, aprender com a influência do tempo sobre ele (o corpo) as lições típicas de cada fase da vida e dos desafios próprios que cada corpo que recebemos nos oferece. Mas centrar nossa vida sobre o corpo, e considerar que as limitações do corpo são nossas limitações, seria como considerar a roupa que usamos mais importante que nós mesmos.O corpo tem duração pré-estabelecida, fragilidades e demais limitações próprias da ferramenta que é, além de ser programada, a cada encarnação, conforme a necessidade de aprendizado do espírito.

O espírito por outro lado não é composto de matéria e, portanto, não está sujeito e nenhuma das limitações do corpo. Logo, se o corpo morre, a alma não. Então a morte não é o fim e a idade não é justificativa para a estagnação. Nunca se é jovem demais ou velho demais para evoluir, aprender. Aliás, quantas são as pessoas que não se sentem com a idade biológica que seus corpos atestam? São idosos que se sentem jovens, jovens que se sentem idosos. Uns se sentem anos mais velhos, outros se sentem anos mais novos. É o conflito entre a idade do corpo e a do espírito. Cabe ao espírito compreender essa ligação, corpo e espírito, e utilizar cada desafio para progredir, cada limitação para evoluir.

A Doutrina Espírita, além de nos presentear com o conhecimento sobre a diferença entre a idade cronológica (do espírito) e a biológica (do corpo), também nos informa que o ciclo da vida é diferente do popularmente conhecido: nascer, crescer, se reproduzir e morrer, esse é o ciclo da vida do corpo. Para nós, espíritos imortais, a morte não é o fim, mas uma passagem do plano material para o espiritual. No túmulo de Kardec, que fica no Cemitério do PèreLachaise em Paris, lê-se “Nascer, morrer, renascer ainda e progredir sempre, tal é a lei”. Não há espaço para a estagnação no Espiritismo. Sempre é tempo de progredir, pois tal é a lei.

Por June Alves

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Clovis em busca de uma namorada

 

“Saber amar, é também deixar alguém te amar”, como diz a música é uma via de mão dupla. Todos nós queremos ser amados e as vezes até nos desrespeitamos para alcançar isto. O evangelho nos ensina: amarás a Deus acima de tudo e ao próximo como a si mesmo, este é um dos motivos que reencarnamos – aprender a amar.  O aprendizado do amor prevê: auto respeito para respeitar o outro, ouvir-se para ouvir o outro, a renovação interior passa pelo autoconhecimento necessariamente. Não cabe a Deus nos “consertar” este é um trabalho pessoal e intransferível.

Por Fernanda Ramos Martins

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Feira de Troca do Livro Espírita

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No dia 27 de agosto, o Grupo de Divulgação da Doutrina Espírita (GruDDE) realizará a 13ª edição da Feira de Trocas do Livro Espírita no Parque da Cidade. A Feira ocorrerá das 9h às 12h em estande próximo à Administração do Parque (estacionamento 13).

No estande da feira, cada livro entregue dá direito à troca por outra obra. Os frequentadores poderão encontrar obras de autores de renome no Espiritismo, como Chico Xavier, Carlos Bacelli, Divaldo Franco, entre vários outros.

 

O GruDDE

 

O GruDDE existe há 21 anos e realiza atividades tanto para o público espírita quanto para aqueles não ligados à doutrina. Além das feiras de trocas do livro espírita, são exemplos dessas atividades a realização de seminários, oficinas e cines debates.

 

Serviço

 

Feira de Trocas do Livro Espírita

Domingo, dia 27 de agosto de 2017

Das 9h às 12h

Parque da Cidade, próximo à Administração (estacionamento 13)

Promoção: GruDDE – Grupo de Divulgação da Doutrina Espírita.

 

Contato:

Henrique – 981430126

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Solidão sim, sofrimento nunca!

Mulher pintando coração

Fonte: Google

Tememos a solidão por ser algo largamente repudiado na sociedade. Desenvolvemos um olhar uno e errôneo do que possa ser este estado de espírito, esquecemos seus benefícios por falta de interesse em aprofundá-lo, tornando-o desconhecido e amedrontador para muitos. Resultado: um agravante a mais para o necessário diálogo interno e a difundida reforma íntima. Em frase oportuna para esta temática além de esclarecedora, o escritor francês Paul Valéry, nos faz refletir quando diz: “Há momentos infelizes em que a solidão e o silêncio se tornam meios de liberdade”. Nestes momentos de convívio a sós com nós mesmo é que temos a percepção da alma em sua abrangência, quando esta fadigada e desejosa de atenção clama por silêncio reflexivo. Conselhos tem grande valor fraternal, bons programas ou leituras são certamente esclarecedores, porém se não limparmos nossa janela interna onde revela-se nosso déficit emocional, caminharemos sem uma rota clara e traçando um rumo para futuro duvidoso não suportaremos tamanho bombardeio de informações que nem sempre são relevantes e em outros momentos serão  disparatadas.
A melhor companhia para você só poderá ser você mesmo, porque será o único que estará aonde for e até o fim. Escute-se mais, permita-se ter autonomia sobre suas decisões por entender que, você melhor que qualquer pessoa, decifrará a criptografia presente em seu coração. A solidão acolhida e permitida e o silêncio externo ampliarão a qualidade das respostas vindas do mais alto e todos os conflitos diluídos ao percorrer este belo trajeto culminarão no retorno à consciência ativa!

Por Alexandra Paes

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