Heartbeat (O som do coração)

 

No livro Nosso Lar, ditado pelo espírito André Luiz e psicografado por Chico Xavier, há um capitulo que se chama “Amor, alimento das almas”. Nele, Laura nos explica que “a alma, em si, apenas se nutre de amor”. Ela deixa claro que enquanto o corpo precisa do pão para se manter, a alma se alimenta exclusivamente de amor.
A um primeiro olhar, essa informação não é extraordinária, nem difícil de entender. Mas se pensarmos um pouco nas consequências dessa informação poderemos perceber a complexidade que se esconde sob essa simples afirmação. Estabelecendo uma analogia com o nosso corpo, se nos falta o pão, nosso alimento, sentimos fome. Caso deixemos que essa fome se agrave, ficaremos desnutridos. E se não conseguirmos alimento logo, podemos até mesmo morrer… de fome.
A alma, ao não receber amor também pode ficar faminta, desnutrida. A alma não morre. O que significa que a ausência de amor, é torturante fome implacável que não se encerra.
No livro Nosso Lar, e nas Obras Básicas do Espiritismo, não há especificação do tipo de amor que devemos sentir, logo, podemos compreender que toda forma de amor é alimento para nossas almas. Seja o amor fraternal, maternal, paternal, filial, próprio, romântico… São nomenclaturas para o treinamento extensivo do mesmo sentimento.
Além disso, amar é obedecer o mandamento mais básico: “Amar a Deus acima de todas as coisas e ao próximo como a si mesmo”. O amor é um exercício diário de alimentar as almas ao nosso redor… E de ser alimentado por elas.
Então, ao menor sinal de amor, retribua!
Por June Alves de Arruda
Anúncios
Publicado em Filmes, Reflexões | Deixe um comentário

Alike (Similar)

 

Ao longo da vida somos ensinado a nos integrar na sociedade, a fazer parte dela. Aprender o beabá que nos tornará cidadãos de bem. Copy, o pai do Paste, personagens do curta, se esforça em ensinar ao seu filho o caminho correto. “Mas… o que é correto?”
Na ânsia de compormos a sociedade, nos tornamos cada vez mais similares aos que nos cercam. E nesse caminho muitas vezes perdemos “nossa cor”, nossa individualidade. Junto com nossa cor vão-se os sonhos, os desejos e a garra. Nos sentimos pálidos, fracos, vivendo cada dia sem ânimo. Nos perdemos de nós mesmos.
Autoconhecimento é a chave que a espiritualidade amiga vive nos incentivando a usar. E não é a toa. É a chave da nossa alma. Pequenos gestos que nos coloquem em contato conosco mesmos, com nossas cores, podem nos auxiliar nesse caminho de redescoberta. São ilhas de aconchego onde podemos respirar livremente… O abraço daqueles que amamos, o tempo ao lados dos nossos queridos, a música, o livro, a volta no parque, a viagem desejada, o reencontro inesperado.
Afinal, o que aviva as tuas cores e te devolve para si mesmo?
Por June Alves de Arruda
Publicado em Filmes, Reflexões | Deixe um comentário

Recall de sonho (GRUDDE)

Avião

Fonte: Google

Há que diferenciar sonho de delírio. Sonho é desejo de concretizar algo caso haja esforço empenhado, ocorrendo o oposto por impossibilidade diante de algum percalço, outros o substituirão… Já o delírio é crer de tal forma, que a lógica acaba por não participar do raciocínio, provocando graves consequências se o intento não for milagrosamente alcançado.
Exemplo simples: se uma pessoa SONHA em correr uma maratona e com treino e boa alimentação encontra êxito, desejou algo palpável para sua capacidade. Contudo, se ao ver uma corrida como a de São Silvestre resolver entusiasticamente correr no próximo ano, sem a obtenção do condicionamento necessário para tamanho esforço decidir mesmo assim insistir sucumbindo ao DELÍRIO na viabilidade de sua “decisão” terá como resultado sérios danos à saúde podendo até  sofrer risco de morte.
Sonhar faz parte de tentar conquistar o que parece mais difícil de se ter, estimula a coragem. Precisando inserir-se em um panorama favorável de aptidões, talentos, boas oportunidades. Mas sonhar em ser ou ter o que é inadequado para a atual existência incide delírio, cravejando a estrada de mágoas, decepções, frustrações e paralisia.
O sonho deve ser cultivado com o intuito de agregar valores duradouros para a vida, delirar atrasará nosso melhoramento e certamente trará muito sofrimento para quem almejou e se empenhou por nosso sucesso. Quando o sonho agiganta-se e acaba tangenciando a fantasia é hora de revisar a consciência para diagnosticar quando ocorreu tal mutação, porque pode ser emocionante pular do avião mas é fundamental verificar o paraquedas antes!

Por Alexandra Paes

“Sonha e serás livre de espírito… luta e serás livre na vida.” Che Guevara

“Ainda bem que sempre existe outro dia. E outros sonhos. E outros risos. E outras pessoas. E outras coisas.” Clarice Lispector

Publicado em Reflexões, Sem categoria | Deixe um comentário

Recarregando Baterias

 

A amizade e a solidariedade podem chegar de pessoas e situações que nem imaginávamos, mas precisamos estar abertos para receber. A doutrina espírita esclarece que podemos reencontrar entes queridos em diversas situações. A todo momento poderemos construir uma teia de afetos e bem querer, é nossa disposição com o próximo, seja parente, amigo ou desconhecido que poderá facilitar o nosso viver. Esta vida nos trouxe esta oportunidade, que possamos aproveitá-la.

Por Fernanda Ramos Martins

Publicado em Filmes, Reflexões | Deixe um comentário

É seu (GRUDDE)

“A fraternidade é o sentimento mais positivo, que mais conforta os corações, que mais alimenta os homens nas suas trajetórias.” Conselhos Úteis – Espírito Hilda Pereira Magalhães

Na música “Pop Zen” (composição de Alexandre Leão/Manuca Almeida/Lalado) eles versam sobre aquilo que damos que é realmente nosso. Mais um dar pessoal, único, como um abraço, um beijo, coisas que não podemos colocar um valor monetário. O amor dedicado, o velar por alguém que nos é caro, são maneiras de distribuir um pouco do nós mesmos, fazendo reluzir parte da latente essência divina. O que nos pertence para a eternidade é a perene troca de amparo de espírito para espírito vivenciada em múltiplas circunstâncias, o material como dito na letra da música, se transformará . Recebemos da vida significativas porções de generosidade, no ar que respiramos, no sol que nos aquece o corpo, no intelecto que compila o aprendizado adquirido nos obstáculos inevitáveis e educadores de cada retorno à carne. Para possibilitar a continuidade desse ciclo de  gentileza que é processo inerente na melhoria do ser, sedamos um tanto de nós, no tempo, no sorriso e na paciência,  compartilhando o que nos pertence efetivamente. Fazendo a vida prosseguir seu curso natural de renovação, teremos sem dúvida condições de realizar as tarefas que assumimos em proveito próprio e da coletividade.

Por Alexandra Paes

Publicado em Música, Reflexões | 2 Comentários

La Luna

Ah, a Lua, tão linda e inspiradora. Interagir com a natureza é reabastecer a alma com os presentes criados por Deus. Todos temos talentos para contribuir com a natureza, sejam eles materiais ou abstratos. Permitir que ideias novas arejem os saberes já conhecidos é um ato de humildade. Que a sabedoria das crianças que estão renascendo nos tragam novo ânimo e esperança para que a transição planetária possa transformar a Terra em um planeta melhor.

Por Fernanda Ramos Martins

Publicado em Filmes, Reflexões | Deixe um comentário

Se for verdadeiro, será simples!

1

Fonte: Google

“Deve-se doar com a alma livre, simples, apenas por amor, espontaneamente!”
Martinho Lutero

O que segura um casamento é um filho… não, o ciúme é que reaviva as emoções… nada disso, o que faz o casamento dar certo mesmo é achar alguém que concorde com seus pensamentos sem se opor!  Sinceramente não parece válido nenhum dos argumentos acima, afirmativas equivocadas em defesa da permanência ou comunhão entre pares. Casamento é vulgarmente tido como um contrato ou instituição, desta forma se assemelha a uma negociação comercial, onde escrevemos os termos a serem discutidos e se aceitos, por fim sela-se a negociata assinando a papelada. Entendo casamento de maneira antagônica a esta citada anteriormente, a união de dois seres com planos de vida complementares e que adaptam-se aos intempéries derivados de qualquer  compartilhamento é o que traz melhor significação ao termo. Para uma união duradoura é preciso de chão e telhado. Como chão compreende-se base, que vem a ser o amor e a admiração, juntos originam o respeito, essencial em um relacionamento saudável; já o telhado, constituído de várias telhas que serão  as experiências da vida a dois, frágeis inicialmente consolidando-se com o tempo, vem para posteriormente ratificar e assegurar a solidez da afeição sublimada.
Filhos são o resultado desta certeza, tornando tudo mais concreto… ciúme é não encontrar verdade na relação… e nem sempre alguém que concorda sem questionar te entende, podendo apenas estar sem interesse de trocar interpretações ou não ter o intuito de fazer progredir o intercâmbio de opiniões, porque algumas oposições nos tornam mais tolerantes ou estimulam à transformações necessárias. Sucintamente finalizando esta reflexão, tenho por princípio que quando se gosta de alguém profunda e inteiramente, a doação nunca será pela metade!

Por Alexandra Paes

Publicado em Reflexões | Deixe um comentário