Preconceito

Preconceito

Fonte: Google

“Se você julga as pessoas, não tem tempo para amá-las”
Madre Tereza de Calcutá
Preconceito é um “juízo pré concebido”.
É uma ideia que você tem de alguém ou alguma coisa sem o devido conhecimento.
É um julgamento que fazemos. Os mais comuns são o racial, o social e o sexual. Mas, vivenciamos outros, como o religioso, o estético e o que rejeita as novas ideias.
Afirmar que não temos preconceitos seria leviandade e falsidade de todos nós. Mas, devemos contê-los!
Não julgar não significa ser alheio, não ser capaz de avaliar. Não é isso! É não humilhar! É respeitar! É aceitar o que para você é diferente.
Deus nos avalia com misericórdia. Mas, nós queremos em nome da Justiça que Ele seja implacável com o outro. Conosco não… Nós somos assim. Quando não aceitamos o outro somos cruéis em nossos julgamentos.
O que seria de nosso planeta se antes de julgar o outro fizéssemos o auto julgamento?
Com certeza seria o tempo da regeneração instalado na Terra.
Às vezes pensamos que nossos preconceitos são só com aqueles que estão longe de nós. Engano nosso! Temos preconceitos até mesmo dentro de nossas casas com nossos mais próximos.. Quando há uma crítica de que mulher no volante é perigo constante, quando dizemos que tatuagem não é para nossos filhos, quando fazemos questão de dizer para ser homem de verdade, este precisa ser o provedor da casa… É assim vamos nos prendendo a estas algemas sociais e esquecemos de elogiar, fazer carinho, entender as necessidades daqueles que amamos.
Desejo, acho que desejamos todos nós, que possamos ter a sensibilidade de abrir nossos corações para aqueles que não se coadunam com nossas crenças. Não é por isso que deixaremos nossos valores de lado. Mas, é assim que aprenderemos a expandir nossas ideias e sentimentos fazendo o bem para nós e para o outro.
Que possamos ter tempo sobrando para amar e aceitar as pessoas que encontrarmos em nosso caminho. E que elas possam ser generosas com as falhas e os desafixos que ainda temos que superar.
” Não julgueis para não serdes julgados “
Cap X do Evangelho Segundo o Espiritismo.
Por Patrícia Braga
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Feliz Dia Internacional da Mulher!

Dia da Mulher

Pinturas utilizadas na montagem: aquarela “Breath” de Debra Cartwright, e aquarela de Marion Bolognesi.

 

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Paulo e Estevão – Francisco Cândido Xavier

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Título: Paulo e Estevão
Pscicografia: Francisco Cândido Xavier
Ditado por Emmanuel
Editora: FEB
Páginas: 510
Edição: 45ª
Perfil no Skoob: https://www.skoob.com.br/paulo-e-estevao-7032ed8232.html
Sinopse:
O Mestre chama-o, da sua esfera de claridades imortais. Paulo tateia na treva das experiências humanas e responde:
Senhor, que queres que eu faça?
Depois de sete décadas de existência, o romance Paulo e Estêvão ainda é considerado uma obra-prima da parceria entre o Espírito Emmanuel e o médium Francisco Cândido Xavier. São milhares de exemplares publicados pela FEB sobre o fariseu Paulo de Tarso, obstinado perseguidor de cristãos que se converteu ao trabalho em prol do Cristianismo e transformou sua vida em um exemplo de luta, fé e amor.. Presença constante entre os mais vendidos, o livro mostra a relação entre Paulo e o apedrejamento de Estêvão, o profundo amor do Apóstolo pela noiva Abigail e as diversas perseguições, enfermidades, zombarias, desilusões, açoites e prisões que afligiam os adeptos da nascente Doutrina Cristã.
Uma história que fará você compreender como o amor apaga a multidão de faltas cometidas em cada existência vivida.
Minha opinião:
Quantos despertar experimentamos ao longo da vida? Temos por correto certos conceitos que com o passar do tempo são reformulados ou retirados das condutas diárias. Paulo passa por esta reavaliação em sua existência no primeiro século de nossa era. Com o mesmo rigor característico de sua personalidade quando era Saulo, Paulo prega incansavelmente aos gentios a Boa Nova (evangelho) do Cristo, interpretando a sua maneira, como também o fazemos, espalhava as palavras esclarecedoras para preparação à vida eterna. Propagou a doutrina cristã para o mundo, sendo letra viva e reformadora em nossos dias. A firmeza e retidão com que Paulo transforma suas convicções após a visão de Jesus em Damasco,  e antes mesmo, ao sofrer amarguras resultantes da sua intolerância com os seguidores do nazareno, mostramos que vivenciamos nesta existência os burilamentos para renovação de atitudes ou o permanecimento de nossas asseverações.
Em Paulo e Estêvão somos agraciados com variadas histórias que nos ensinam a infinitude da misericórdia divina. Corações que se mantém retos no bem tendo a certeza no porvir, e ao cometer equívocos na longa estrada são postos à aprender vivenciando a gravidade de suas falhas. Com Jeziel, posteriormente Estêvão, e Abigail aprendemos o real significado das palavras amor e abnegação. Seus corações voltados ao bem, ante vêem o lado positivo das situações mais adversas dando provas de quão suas almas eram ligadas as esferas mais superiores. Estêvão tinha o dom da palavra, consoante e precisa, necessária sem ser enfadonha ou prepotente, sempre amorosa e acolhedora, de caráter elevado que nunca se deixou amedrontar pelas circunstâncias. Ao lado de Paulo, espiritualmente, abraçou a evangelização para os necessitados dessa mensagem consoladora. O apóstolo Pedro nos ensina como não estagnar na culpa, ao constantemente se referir ao episódio da negação na hora extrema de Cristo, exemplificando que erramos sim, porém Jesus nos resgata com seu olhar amoroso nos convocando ao testemunho sempre possível a qualquer momento. Tiago, apóstolo resignado tenta conciliar seu devotamento ao mestre com a boa convivência com os judeus eminentes da época, para o contínuo funcionamento dos atendimentos na Casa do Caminho em meio às perseguições, assim nos  dá mostras de serenidade e confiança diante das críticas que recebia de ambos os lados. Eu mesma até entender sua conduta me mantive reticente às suas atitudes. Aprendi a respeitar minhas limitações com João Marcos, que pregou sem ir além do que acreditava poder, mas sem desistir de dar provas de sua fé até o fim. Ananias, que restitui a visão de Saulo seu algoz, sem um vestígio de mágoa ou rancor, acarinha aquela alma tão necessitada de amizade sincera, sendo o primeiro a orientá-lo na jornada de retificação amorosa. Barnabé e Lucas amigos de todos as horas, firmes no bem sem afetação. Os exemplos femininos aparecem sendo base na permanência da fé de forma determinante e acolhedora, assim são Abigail, alma afim à Paulo; Ruth, ao acolher Abigail com amor materno; Maria Marcos, ao desejar para o filho a salvação em Jesus; Prisca junto ao seu marido Áquila, amigos de Paulo, propagando o evangelho; Lóide e Eunice, que não refutaram na aceitação dos ensinos, dando o exemplo a seu neto e filho Timótio.
Tantos são os ensinamentos que adquirimos neste livro tocante, que tudo que eu disser ainda será ínfimo. A beleza com que explana a importância da reforma moral, sem dispensar o uso do carinho e de fortes testemunhos nos prendem à leitura de cada passagem, em suas 488 páginas. Quem quiser mergulhar nesta linda história de amor que contém também perseguições, caridade e abnegação, aconselho fazer como fiz, aguardar que seu espírito esteja ansiando por amadurecimento, porque certamente você não sairá o mesmo depois desta leitura comovente e reveladora. Para os que têm olhos de ver… leiam!
E você, já leu esse livro? O que achou?
Por Alexandra Paes.
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Trago comigo

pequeno-principe

Fonte: Google Imagens

Certamente esta frase é a mais famosa do belo livro de Antoine de Saint-Exupéry:

“Tu te tornas eternamente responsável por aquilo que cativas”.

O Pequeno Príncipe enumera múltiplas lições para a vida, mas no momento vou desenvolver minha reflexão nesta que separei. Começo atrevendo-me a acrescentar à frase, na introdução dela o “Eu”, refazendo-a desta forma: Eu e tu nos tornaremos eternamente responsáveis por cativarmo-nos mutuamente.
Nossa! Que reformulação estranha! Parece mesmo, a primeira vista. Ao entregar nossa afeição a alguém colocando no combo a responsabilidade deste sentimento unicamente em suas mãos, isentamo-nos do controle das emoções, cabendo ao outro cuidar com esmero de nossas expectativas totalmente desconhecidas para ele.
Posicionando ambos como protagonistas da mesma história, cada um carregará sua parcela de responsabilidade no ato da afeição. O que cativa terá que carregar consigo a certeza de seus sentimentos e conduta, sem agir levianamente, para não gerar expectativas vãs. E quem é cativado responsabiliza-se pelo controle de suas emoções, dando a dose correspondente de afeto produzida pelo emissor.
Somos responsáveis pelo destino programado para a existência, quando alguém entra ou sai de nossas vidas é porque permitimos esse acolhimento em nosso íntimo. Regamos e cuidamos desta rosa com desvelo, perfumando de alegria o coração. Pontuo para concluir que entre cativado ou cativando a responsabilidade pertence a ambos, não haverão inocentes nem culpados. E qualquer lado que venha a seguir, somente haverá almas solidárias na mesma ação.

Por Alexandra Paes

“Porque eu fazia do amor um cálculo matemático errado: pensava que, somando as compreensões, eu amava. Não sabia que, somando as incompreensões é que se ama verdadeiramente. Porque eu, só por ter tido carinho, pensei que amar é fácil.”

Clarice Lispector

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Em seu lugar

SelfMadeMan

Escultura Self Made Man de Loveland Bobbie Carlyle. Foto: Nova Acrópole

Falte com a palavra
Quando esta venha a ferir
Engane sua razão
Quando não te fizer sorrir

Deixe para depois
O que ainda não está certo
Mantenha sempre por perto
As boas ações

A imensidão das preocupações
Ofusca a lógica das soluções
Nada é tão longo que não tenha
Prazo determinado ou senha

Após refletir sem dilatar
A causa do mal estar
As peças encontram seu encaixe
Dando continuidade no realizar

Cada história tem seu lugar
Cada momento oportuno há de chegar
Respostas hão de clarear
Espera e confia ainda dá para sonhar

Ainda dá para sonhar, para planejar, para cravar nosso nome na lista dos que caminharam esforçando-se para melhorar e aprimorar-se, sem receio de tentar, menos ainda culpar-se pelos tropeços do caminho sendo natural dado o meio vicioso em que nos desenvolvemos. Tão pouco nos cabe acomodar-se na vitimização como forma de auto piedade que angustia e paralisa as reformas necessárias de nossa alma milenar! Cura as feridas dos pés que sangram por causa da estrada pedregosa, mas nunca desistemos de seguir tentando, com calçados mais resistentes de paciência e  resignação!

Por Alexandra Paes

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Escuta…

Resposta

Fonte: Google Imagens

Quando nos aconselhamos por vezes as palavras proferidas parecem soltas dentro da mente, e as sugestões dadas bem vagas para a questão colocada. Duas conclusões poderão  ser plausíveis: os termos não foram claramente explanados ou a resolução da problemática está inteiramente à nosso cargo. Geralmente a eloquência não é o complicador na comunicação e sim a necessidade pessoal de que o interlocutor transporte-se a história contada de maneira quase a ser o protagonista, porém ao desejar tal feito esquecemos que cada um entende e resolve o que se passa em seu íntimo em concordância com sua visão e suas experiências de vida, logo essas soluções tem suas matizes distintas para cada estágio encarnatório. Mesmo havendo esforço admirável em posicionar-se às circunstâncias do relato, as vivências díspares dificultam a ponto de neutralizar qualquer intento satisfatório. E na posição de incompreendidos vagamos procurando desfechos advindos  externamente, sem inquerir quem realmente tem o poder de chegar facilmente a melhor conclusão: nós mesmos.
Quando nos dispomos a aceitar uma resposta  necessária e não a que acalentamos, a solução   surge sem maiores aflições ou até  contradições. Tudo se reveste em problema quando exigimos respostas sonhadas e não educativas. Posicionar-se como vítima acaba por produzir angústias injustificadas e postergando atitudes preciosas. Como dito neste trecho de música procuremos “deixar falar a voz do coração” ou quem sabe aceitar um possível “ainda não é a hora”. Pedir conselho é bom e quando a nós mesmos é mágico!

Por Alexandra Paes

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03/02/2018 – Evento no Centro Espírita Portal da Luz

Começamos o ano de trabalho do GruDDE!!! Foi no Centro Espírita Portal da Luz e colaboramos na aula inaugural do Estudo Sistematizado da Doutrina.

Começamos com pé direito!!! Obrigado amigos do Portal pela confiança!

Clique na foto para aumentá-la.

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